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Archive for Janeiro, 2010

O presente vídeo mostra dois níveis tróficos na natureza, onde a pobre ave faz parte da cadeia alimentar do réptil. Difícil acreditar que a cobra galgou um tronco desprovido de galhos que pudessem permitir a escalada no topo da árvore para se alimentar dos ovos ou dos filhotes do pica pau, que tenta afugentar a cobra  com sua única arma, ou seja o bico duro e afiado; incansavelmente no afã de proteger sua prole da astuta cobra. A ave na visão deste representante da espécie Homo sapiens, dito pensante, não poderia supor que o perigo estava a espreita e se julgava protegida dos perigos da floresta, onde algumas espécies são o cardápio de outras. O vídeo de rara felicidade, nos leva a querer interferir no processo; querendo proteger o menos privilegiado de recursos para se defender, mas a natureza deve seguir seu curso sem que o homem interfira; aliás já interferimos demais no meio ambiente a ponto de provocarmos o desaparecimento de muitas das espécies que aqui aportaram, surgindo do caldo indutor do que conhecemos como planeta terra.

Nos resta agora, se ainda houver tempo, a preservação do que aqui está nos três reinos da natureza. Certamente a única espécie que aportou por aqui, que não conseguiu se integrar entre todas as demais, a ponto de desequilibrar essa harmonia, foi a espécie humana. Devemos ter a hombridade e a dignidade de reconhecer o mal que estamos causando. Devemos envidar esforços para a preservação da especiação, quem sabe ainda possamos preservar a nossa também.

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No limiar  do século 21, com notícias tão alvissareiras com respeito à novas tecnologias que propiciam ao homem inimagináveis incrementos para o aumento da longevidade; descobertas de novos planetas com potencial para vida fora da terra ou quem sabe, mesmo a descoberta de vida inteligente, o que acredito piamente e aqui fica  a pergunta. Será que somos apenas nós no universo?

A cada dia estamos vendo novas maravilhas da nano tecnologia, que nos permite viajar pelo interior de nossas entranhas e fazer intervenções cirúrgicas reparadoras e quantas  outras benesses hão de vir, de modo que nem podemos imaginar. Ao mesmo tempo que fazemos descobertas sem precedentes em todas as áreas da ciência, ainda morremos de tuberculose, malária, mal de chagas, dengue, lepra e outras endemias que acometem os menos privilegiados do mundo. E aqui fica outra pergunta: quem se importa com as doenças dos pobres do mundo? Ninguém tem interesse em pesquisar essas mazelas, recebemos migalhas em valores dos ricos para pesquisar essas doenças; isso vem de longe, não há interesse nisso. Não há retorno financeiro em remédios no terceiro mundo, mas quem sabe vidas não se perderão.

De acordo com o relatório da Dra Mary Moran, do George Institute for National Health da Austrália, cerca de 3 bilhões de dólares foram gastos só ano passado com produtos ou novos medicamentos para essas doenças sempre negligenciadas, ou quando não, dados  financiamentos caridosos  para países pobres; dessa vez  está havendo pesquisa e desenvolvimento por um mercado internacioanal e doméstico para diminuir essas mazelas endêmicas que nos afligem sobremaneira.

O Brasil e a Índia assumiram a liderança em lepra e dengue, e com a África do Sul, financiaram grande parte da pesquisa sobre meningite e pneumonia.
Os americanos seguem sendo, de longe, os maiores apoiadores. Entre eles, o Instituto Nacional de Saúde e a Fundação Bill e Melinda Gates ofereceram quase 60% dos financiamentos.
No total, o governo dos Estados Unidos proporcionou US$ 1,3 bilhão; a Comissão Européia concedeu cerca de um décimo desse valor. A Inglaterra vem em terceiro, seguida pelo Brasil, Índia, França, Holanda, Espanha, Suécia, Austrália, Canadá e Noruega.
Excetuando-se os financiamentos não governamentais, a indústria farmacêutica coletivamente, foi a terceira fonte de recursos, depois do Instituto de Saúde e da Fundação Bill e Mellinda Gattes.

Apenas três doenças ( Aids, malária e tuberculose ) levaram 73% dos financiamntos em pesquisas; fato esse que é  digno de notoriedade; quiçá o ser humano esteja fazendo com que as distâncias entre ricos e pobres fique cada vez menores e estejamos olhando para o nosso interior.

Fatos como esse me fazem acreditar na solidariedade humana. Oxalá não nos dispersemos. ( Ambiente Brasil )

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Nunca se criou tantas expectativas sobre como poderíamos viver sob o que nós mesmos criamos. Os objetivos de se tentar segurar as temperaturas  em dois graus por um tempo que nos permitisse nos adaptarmos aos novos tempos, se transformaram em fumaça; a mesma fumaça que deveríamos reduzir, entretanto ninguém quer Reduzir, Reciclar, Reutilizar. A imperiosa necessidade humana de gerar riquezas, gera também um sub-produto perigoso ( poluentes ), os quais vamos colocando embaixo do tapete; o perigo é tropeçar neles.

Os grandes poluidores do planeta, não querem reconhecer que são os maiores culpados e querem dividir a culpa com os demais, na mesma ordem de grandeza, para não pagarem. Uma eterna discussão sobre quem poluiu mais e conseguiu estar no topo e quem  quer chegar lá, sem ferir a lei da ação e reação ( a toda ação se contrapõe uma reação ).

Não seria de se esperar outra coisa, senão um estrondoso fracasso nesse encontro, se pensarmos que nem dentro de nossas casas há unanimidade em tudo, quanto mais se pensarmos em interesses tão díspares, como os encontrados em todo mundo. Alguém que não quer viver com menos de 400 litros dágua per capta e outro que não sabe o que é água. Aparar essas arestas é uma tarefa hercúlea.. no primeiro caso a pessoa não quer diminuir, já no segundo, não há o que reduzir.

Alguém já disse que somos fruto de uma experiência alienígena, cujos objetivos, seriam conhecer onde chegaríamos com o que chamamos de vida em sociedade; a continuar o experimento, quer nos parecer que a resposta seja óbvia.

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